[Resenha] A Seleção

quarta-feira, março 12, 2014

Olá leitores, meu nome é Khatherine. Sou a nova integrante da equipe e junto da Nath e da Maria postarei aqui no blog por um tempo.

A Seleção, de Kiera Cass, publicado pela editora Seguinte, com 368 páginas.




Para trinta e cinco garotas, a Seleção é a chance de uma vida. Num futuro em que os Estados Unidos deram lugar ao Estado Americano da China, e mais recentemente a Illéa, um país jovem com uma sociedade dividida em castas, a competição que reúne moças entre dezesseis à vinte anos de todas as partes para decidir quem se casará com o príncipe é a oportunidade de escapar de uma realidade imposta a elas ainda no berço. É a chance de ser alçada de um mundo de possibilidades reduzidas para um mundo de vestidos deslumbrantes e joias valiosas. De morar em um palácio, conquistar o coração do belo príncipe Maxon e um dia ser a rainha.
Para America Singer, no entanto, uma artista da casta Cinco, estar entre as Selecionadas é um pesadelo. Significa deixar para trás Aspen, o rapaz que realmente ama e que está uma casta abaixo dela. Significa abandonar sua família e seu lar para entrar em uma disputa ferrenha por uma coroa que ela não quer. E viver em um palácio sob a ameaça constante de ataques rebeldes.
Até America conhecer pessoalmente o príncipe. Bondoso, educado, engraçado e muito, muito charmoso, Maxon não é nada do que se poderia esperar. Eles formam uma aliança, e, aos poucos, America começa a refletir sobre tudo o que tinha planejado para si mesma - e percebe que a vida com que sempre sonhou talvez não seja nada comparada ao futuro que ela nunca tinha ousado imaginar.


A Seleção é um livro escrito em primeira pessoa, o que sempre me alarma sendo que os detalhes ficam muito restritos à protagonista. Porém, a Cass detalha cada personagem exatamente como um livro em 3ª pessoa, mostrando defeitos e qualidades. 
Esse livro é muito comparado com The Hunger Games mas ele não tem nem um pouco haver com o best-seller de Suzanne Collins. A Seleção é um romance-clichê do começo ao fim, o que te faz comparar America à Cinderella, sendo que as duas são infortunas no começo e se dão bem no final. 
America mesmo sendo ficticia, de um mundo alternativo, é uma personagem a qual você vai se identificar. Sempre querendo o bem da família, "dorky" e faminta, ela é epítome de uma garota normal de um mundo normal. 
O enredo é engraçado e ao mesmo tempo "sofrido," e faz você entrar em um conflito consigo mesmo(a). 
Recomendo a todos que gostam de Cinderella e clichê. (É clichê e fim de história).

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